2017: Uma nova esperança

Eu e minha caneca

Eu e minha caneca

Eita! Um post depois de mais de dois anos.

Tenho muitos posts em janeiros, tentativas vãs de tentar me periodizar nas postagens. Sim, esse é uma nova tentativa, mas já não ficarei tão frustrado se eu não conseguir.

Afinal, é uma coisa engraçada na vida, né? Quando a gente falha várias vezes em fazer a mesma coisa, às vezes notamos que é melhor não continuar tentando. Não exatamente aceitar o fracasso, mas entender que aquilo pode não ser realmente tão importante para você, talvez se fosse tão importante haveria uma motivação maior que levaria ao sucesso. Sei lá…

Pensei em escrever de uma forma diferente hoje. Menos metáforas, menos ironias (tá, mentira), e falar um pouco mais diretamente da minha vida. Muito provavelmente algo parecido com conversar com o espelho, mas de uma forma muito mais aceita pela sociedade e por psiquiatras, ainda que da mesma forma ninguém ou quase ninguém irá ler ou tomar nota (talvez isso motive mais ainda a escrever).

Fiquei olhando a data da postagem anterior e a data de hoje. E me imaginando naquele momento e hoje. Será que em dois anos eu sou uma pessoa tão diferente? Será que … continue lendo »

Calendário Playstation 2015

Eu tentei achar um calendário 2015 com personagens de jogos de Playstation, mas eu não achei nada legal. Então decidi criar o meu. Como achei que ficou bom, coloquei em meu site para download gratuito. Basta imprimir e colar em sua parede!

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Alfajor vegano

Alfajor veganoAdaptei essa receita basicamente trocando os ingredientes de origem animal por versões veganas. A consistência correta da massa é “firme”, ao ponto de se esfarelar ao morder (e te levando ao delírio!)

Espero que gostem!

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Eleições: escolha pelo brigadeiro ou beijinho

voto brigadeiro ou beijinhoTantas opções de docinhos de festas, novidades de sabores vindos de outros países, de novos ingredientes, e o povo mantém a escolha limitada aos tradicionais brigadeiro e beijinho. Ambos puderam ser as atrações da festa por muito tempo. Ambos tiveram suas virtudes e defeitos, ora o sabor era aceitável, e ora (muitas “oras”, bem dizer) eram bem intragáveis. Ambos foram importantes num passado não tão longínquo na missão de tirar da mesa alguns salgados que insistiam que as pessoas não pudessem optar por docinhos, e estes dois doces possuem méritos para tal.

Nos tempo em que um deles dominava os pratinhos das festinhas, no começo foi bom, trouxe algumas novidades que estancaram problemas existentes, mas logo mostrou que o açúcar utilizado não era de uma qualidade muito boa e foi um período que tivemos de engolir um docinho com gosto de estragado. Muita gente ficou com dor de barriga.

Surgiu então a opção de mudar. Dentre elas havia vários doces com sabores bem diferentes, que poderiam levar aos convidados a saborear variantes da utilização de ingredientes mais ou menos tradicionais. Entretanto, as opções ficaram novamente na época entre o brigadeiro ou beijinho. Mudaram, mas dispensaram os outros docinhos possíveis.

Com esse “novo” docinho veio a oportunidade de mudanças na condução da festa, como se só o docinho definisse tudo, ao passo que muitos se esquecem que a música, o número de cadeiras, as brincadeiras, os convidados e tudo mais o que compõe a festa, somados, definem muito mais o quão divertida e agradável será a festinha do que o simples docinho que está sobre a mesa. Enfim, algumas coisas mudaram, muitas para melhor, é verdade. Algumas por reais méritos na condução da festa que o docinho gerou, mas outras (mesmo que alguns não assumam), interferidos pelas outras festas que rolam aos arredores. Sem esquecer que em momentos o sabor era tão esquisito quanto o outro.

Muitos acham que um docinho é muito diferente do outro. Mas os ingredientes são parecidos, e atendem só a um momento da festa. O povo quer mudanças, mas na hora de escolher, acabam sempre brigando por beijinhos e brigadeiros. Sempre os malditos beijinhos e brigadeiros. Dessa vez, muitos optaram por não querer nem um nem outro, alguns optaram por aqueles docinhos menos populares, mas que poderiam trazer novos sabores, e muitos nem quiseram saber de escolher algum deles, mas a maioria ainda deixou a decisão estrita aos dois tradicionais docinhos.

Agora o que nos resta é, novamente, escolher entre um dos dois. Há quem ache que a volta do docinho de outrora é a solução para a mudança, se esquecendo talvez que enquanto estava na mesa não havia sido tão agradável como se esperava. E há os que dizem que, para voltar a esse docinho de outrora, é melhor que fiquemos com o docinho de hoje, ainda que esteja meio passado. Eles são diferentes, ainda que muito pouco, nenhum exatamente bom porque pelo jeito os ingredientes estão todos vencidos e de péssima qualidade, mas afinal a festa tem que continuar e um dos dois inevitavelmente será nossa única opção no momento. E você, qual docinho escolhe? Eu, por tudo, fico com o de hoje.

Instalando KitKat (SlimKat) no Sony Xperia U ST25i

SONY DSCÉ bem verdade que este smartphone já não é atual, lançado em maio de 2012. Sua tela de 3,5 polegadas é bem pequena para os dias atuais, o processador Dualcore de 1Ghz e os 512MB de RAM já não são suficientes para rodar os aplicativos e jogos mais exigentes, e os 4GB de espaço de armazenamento (sem suporte a cartão SD externo) pode ser um problema. Entretanto, é um aparelho que ainda é capaz de rodar os principais aplicativos e alguns jogos, possuindo uma boa imagem (possui 480 x 854 pixels em 3,5 polegadas, resultando em 280 dpi, ou densidade de pixel por polegada). Acima de tudo, serve para pessoas como eu, que não se importam muito em ter sempre os aparelhos mais modernos, e acha desnecessário gastar dinheiro trocando de aparelho todo ano (além de ser ecologicamente egoísta). Embora seja difícil encontrar um novo para comprar, esse tutorial pode ajudar a você a postergar a aquisição de um novo aparelho, mantendo o seu Sony Xperia U (ST25i) com um sistema operacional rápido e atualizado, que segurará a bronca por mais algum tempo. … continue lendo »

O rico criou o funk ostentação

james-brown-funkAbra uma revista Vogue, ou essas que tem para folhear em cabeleireiros. Diga, quantas páginas de propagandas existem antes da primeira matéria? E sobre o que tratam essas propagandas? Roupas, jóias, carros, vaidade, produtos. E quando finalmente chegamos às páginas do conteúdo de fato, o que vemos? Vaidade, festas, famosos, produtos, ou, como eles gostam de chamar “moda, desfiles, beleza, lifestyle e shopping”. Não sei se isso é evidente só para mim, mas isso se assemelha muito aos … continue lendo »

O poder da imagem no abstrato

o_poder_da_imagem_no_abstrato

Pense numa cadeira. Pensou? Acredito que quase a totalidade das pessoas, ao invés de ter pensado na definição escrita do objeto, pensou na imagem numa cadeira. De uma cor específica, de um formato específico, na cadeira que está sentado, ou na cadeira da cozinha, uma cadeira de plástico, estofada, de madeira, numa cadeira sua, ou na cadeira de outra pessoa, numa cadeira de verdade, numa cadeira que não existe. Numa alusão à obra “Uma e três cadeiras”, do grande artista da arte conceitual, Joseph Kosuth, penso que a definição das palavras abstratas, uma experiência única, revela o poder que tal imagem tem na cabeça de cada um.

A cadeira que você pensou pode ser … continue lendo »

Sexualidade: imagens e vídeos

Sexualidade - imagens e vídeos

O texto que se segue é acompanhado palavras, imagens e links que por ventura pode vir a ferir suas crenças ideológicas, religiosas e afins. Também pode ser contra as regras da sua empresa. Assim, se estiver com receio de continuar, fique à vontade de fechar a página. Agora, se estiver tudo bem para você, te convido a refletir comigo sobre como tratamos as imagens, o erotismo e a pornografia em geral em nossa sociedade. Não é uma apologia à “libertinagem” ou um convite para transarmos em cima da mesa de centro dos seus avós, mas uma reflexão de como estamos, enquanto sociedade, enxergando tudo isso. … continue lendo »

O sorriso anônimo

sorrisoNão era para mim aquele sorriso. Antes fosse, bonita a moça, mas não era. Nem olhando para mim estava, certifiquei-me várias vezes.

Mas fato é que não era também para alguma outra pessoa, o vagão do metrô estava quase vazio, olhava para a janela. Não falava com ninguém, nem ouvindo nada, não tinha fones. Também não lia. O sorriso saia de seus pensamentos.

E qual foi nossa interação, então? Poxa, foi incrível!

Eu voltava para casa … continue lendo »

Criança e adulto

E quando é que se bota uma divisão entre o ser criança e não ser mais criança? Seria tão somente usar a idade e classificar? Um conceito mais sensato seria o quão viver como criança e o quão como adulto cada um tem dentro de si, carregando também as responsabilidades, benefícios, malefícios e consequência de cada uma das porções.

A criança se realiza na imaginação. Tudo ela pensa, ela cria e é real para ela. O momento em que acha isso ridículo indica a perda de um pedaço de sua criança, e com ela, a mágica em imaginar, tendo portanto de trazer ao plano material através das coisas o que já é incapaz de imaginar.

A criança não tem posses. Ela tem tudo que quiser, a qualquer momento, sempre dentro de sua cabecinha criadora de coisas ditas impossíveis, inimagináveis e irreais, na visão dos adultos. Adultos precisam comprar, consumir, estar e fazer para vivenciar o que outrora já possuíra.

A criança não quer ter sentimento. O sentimento para ela é uma continuidade do que, em sua natureza, sempre existiu, não sabe o que é pois nunca pôde comparar o ter e não ter. Adultos precisam procurar ter sentimentos, se esforçam para tanto e, quando não, tentam até comprá-los também.

O adulto planeja. O hoje será refletido no amanhã, sendo então somente um rascunho do futuro. A criança não sabe o que é amanhã, o importante é o hoje, é viver hoje.

Adulto erra e sente vergonha, criança erra e aprende.

O adulto morre. A criança vira adulto, só que ainda não sabe disso e, quando descobre, surge talvez sua primeira grande frustração.